As campanhas dos candidatos que vão concorrer ao governo do estado nas eleições de 2014 devem custar juntas até R$ 108 milhões. Os dados foram divulgados neste domingo (6) pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). A estimativa de gastos é feita com base na previsão de orçamento apresentada pelas oito chapas registradas no tribunal no sábado (5), último dia permitido pela Lei Eleitoral para inscrição de chapas. Os valores são previsões e podem sofrer alterações. Os números divulgados pelo tribunal contêm dados apenas das candidaturas a governador, vice-governador e senador. Levando em conta que o Paraná tem 7.865.943 eleitores aptos para votar em outubro de 2014, cada voto para eleição majoritária deve “custar” R$ 13, 73

As duas coligações com maior previsãode gastos são as de Beto Richa (PSDB), da coligação Todos pelo Paraná, e Gleisi Hoffmann (PT), da coligação Paraná Olhando para Frente, com R$ 36 milhões cada. Em segundo lugar, entre os maiores orçamentos, está a campanha de Roberto Requião (PMDB), da coligação (Paraná com Governo, que prevê gastos de até R$ 30 milhões.
As outras cinco coligações somam os R$ 6 milhões restantes, que foram declarados como previsão de gastos.
Os valores declarados pelos demais candidatos foram: R$ 2,5 milhões por Ogier Buchi (PRP), R$ 2 milhões por Geonísio César Marinho (PRTB), R$ 1 milhão por Túlio Bandeira (PTC), R$ 500 mil por Bernardo Pilotto (PSOL) e R$ 25 mil por Rodrigo Tomazini Dias (PSTU).
Em 2010, as campanhas dos dois principais candidatos ao governo do Paraná, Beto Richa e Osmar Dias, previam os gastos de R$ 70 milhões para a disputa pelo Palácio do Iguaçu. A estimativa era de que o comitê de que o tucano gastasse até R$ 27 milhões. Já o pedetista tinha como limite de despesas R$ 42 milhões. A prestação de contas final da campanha de Richa, governador eleito à época, mostrou que sua campanha gastou R$ 23,7 milhões, cerca de R$ 3,3 milhões a menos do previsto.
Com o registro das chapas e a previsão de gastos estabelecida, as campanhas começam a se estruturar. Alguns candidatos já começaram a montar equipes de campanha. O senador Roberto Requião, por exemplo, já disse pelo Twitter, que espera contar com a ajuda de de muitos voluntários, já que não pretende gastar muito, embora tenha registrado o teto máximo de RF$ 30 mil.
Presidente - Os 11 candidatos à Presidência da República que concorrem às eleições deste ano informaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que devem gastar juntos R$ 916,7 milhões durante a campanha eleitoral, segundo os registros de candidatura.
De acordo com as informações entregues ao TSE, a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), declarou que o limite de gastos de sua campanha será R$ 298 milhões. Aécio Neves (PSDB) pretende gastar R$ 290 milhões. Eduardo Campos (PSB) previu limite de R$ 150 milhões. Eduardo Jorge (PV) gastará até R$ 90 milhões. O limite de gastos do candidato Pastor Everardo (PSC) é R$ 50 milhões. José Maria Eymael (PSDC) declarou R$ 25 milhões e Levy Fidelix (PRTB) informou gastos de até R$ 12 milhões. Os candidatos à Presidência que devem gastar menos na campanha são: José Maria de Almeida (PSTU), R$ 400 mil; Luciana Genro (Psol), 900 mil; Rui Costa Pimeira (PCO), R$ 300 mil, e Mauro Iasi (PCB), R$ 100 mil.
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