Ao todo, são 16 turmas do 6º ao 9º ano, nos períodos da manhã e da tarde. Nesta segunda-feira (3), 125 alunos compareceram no período matutino e 70 no vespertino. Hoje, de acordo com o diretor, já tinham sido contabilizados 145 estudantes em sala de aula até as 10 horas.
A greve foi deflagrada pelos educadores no dia 7 de fevereiro, em assembleia com mais de 10 mil trabalhadores e completa mais de três semanas de paralisação. A categoria exige o pagamento de benefícios atrasados, é contra um pacote de medidas do governo que afeta as carreiras dos educadores, e quer melhor plano de carreira.
Para Comassetto, que preferiu não gravar entrevista, as minorias devem ser respeitadas, como em uma democracia, e um prédio público não deve estar com as portas fechadas. Os professores que estão dando aula normalmente concordam em não parar as atividades dos alunos em sala de aula. A escola esteve fechada durante os dois primeiros dias, na semana inicial da greve. Logo após optaram pela abertura dos portões. Na semana do Carnaval os alunos foram dispensados das aulas e, desde então, a escola foi reaberta para o início do ano letivo. Embora na manhã de hoje vários grevistas fizeram piquetes em frente a escola, professores e alunos optaram em entrar para as salas e continuar com as atividades normalmente.
Sinalizado pelo diretor, o que pode acontecer é que nesta quarta-feira (3) os professores da Escola Estadual Nossa Senhora de Salete queiram participar da assembleia, marcada para as 9 horas no Estádio Durival Britto e Silva, na Vila Capanema. Com isso, os estudantes teriam de ser dispensados, no entanto, até o fim das aulas os pais seriam avisados sobre a decisão dos professores.
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Por Elizangela Jubanski e Antônio Nascimento



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