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Três candidatos disputam a preferência de 45,9 mil eleitores do município. Eleições são realizadas após prefeito eleito em 2012 ter mandato cassado.


Novo prefeito de Rolândia será escolhido neste domingo (Foto: Reprodução/RPC)

Os eleitores de Rolândia, norte do Paraná, vão às urnas no domingo (6) para eleger o novo prefeito da cidade. Três candidatos disputam o cargo deixado por Johnny Lehmann (PTB), reeleito em 2012, mas que teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Disputam o cargo José de Paula Martins (PSD), presidente da Câmara e que assumiu o Executivo interinamente, Luiz Francisconi Neto (PSDB) e João Ardigo (PSB). O mandato vai até o dia 31 de dezembro de 2016.

Atualmente, o município tem quase 45,9 mil eleitores aptos a votar. As eleições vão das 8h às 17h, em 17 locais de votação da cidade.

O resultado deve sair uma hora depois do fim da votação, conforme o chefe do Cartório Eleitoral de Rolândia, Mário José Banwart. “Como vamos fazer a transmissão diretamente dos locais de votação, acreditamos que às 18h já teremos o nome do candidato eleito”, diz.

A Justiça Eleitoral orienta que os eleitores que não estiverem na cidade devem justificar a ausência no cartório eleitoral em até 60 dias. Conforme o cartório, a eleição fora de época ocorre nos mesmos padrões de uma eleição disputada no tempo regular.

De acordo com o TSE a nova eleição foi marcada para respeitar a supremacia do voto popular, uma vez que o presidente da Câmara de Vereadores não tem legitimidade para exercer o cargo até as eleições municipais de 2016.

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Qual desses, se candidatos, seria a melhor opção para prefeito de Mangueirinha na sua opinião?
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Palauro
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Leandro Dorini
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Ziger (vereador)
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Entenda a situação

O mandato de Johnny Lehmann foi cassado em 2013 no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) pela utilização indevida dos meios de comunicação durante a eleição de 2012, após um jornal impresso da cidade veicular notícias enaltecendo sua administração.

A decisão do TRE apontou que, no período de um ano, a tiragem do jornal alcançou mais de 20% da população de Rolândia, e as edições tinham materiais de apoio à reeleição de Lehmann.

À época, o prefeito entrou com um recurso no TSE e conseguiu uma liminar o autorizando a ficar no cargo. Esta primeira liminar foi cassada em dezembro de 2014 pela ministra do TSE Maria Thereza de Assis Moura. Com isso, o prefeito deixou o cargo.

A defesa de Lehmann entrou novamente com uma ação cautelar, aprovada desta vez pelo ministro Dias Toffoli, em janeiro de 2015, que o manteve no cargo até 23 de abril, quando o TSE decidiu pela cassação e a inelegibilidade do então prefeito.

Do G1 PR

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