Jérôme Valcke, secretário-geral da entidade, diz que capital “ainda tem muito a fazer”, mas descarta ideia de excluir cidades-sede
Curitiba não será excluída da Copa do Mundo de 2014. Quem garantiu isso foi o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, ontem. Entretanto, ele ressaltou: a capital paranaense ainda tem muito a fazer. O estádio, por exemplo, é o que está mais atrasado em termos de porcentual de obra concluída (ver abaixo).
A eventual redução no número de cidades-sede foi cogitada pela Fifa após a Copa das Confederações, em junho. A entidade não gostou do atraso das obras – inclusive dos estádios que ficaram prontos para a competição. Assim, havia a possibilidade de exclusão de uma ou duas cidades cujos estádios ainda não estavam concluídos. Das seis, apenas São Paulo e Porto Alegre estavam garantidas. Curitiba era uma das que corria risco de ficar de fora.
Ontem, Valcke sepultou a redução de sedes. “Não há discussão sobre 11 ou 12 cidades. A Copa será jogada em 12 sedes. Ponto final”, declarou o dirigente da Fifa. Especificamente sobre a capital paranaense, ele declarou: “Curitiba ainda tem muito a fazer. Ainda temos alguns meses até dezembro. Pelos menos os três estádios que eu visitei estarão preparados até o dia 1º de janeiro para os eventos testes”, disse Valcke. Um dos estádios visitados foi exatamente a Arena da Baixada, na última segunda-feira. Os outros foram os de São Paulo e Manaus.
Na capital paranaense, a Arena da Baixada receberá quatro jogos da primeira fase da Copa, no ano que vem. Segundo o Atlético, dono da praça, 75% das obras estão concluídas. Para cumprir o prazo de entrega do estádio, em dezembro, o clube desistiu de instalar a cobertura retrátil.
O Ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, defendeu a Arena da Baixada, ontem. “É a quinta visita que faço nas obras e percebo o avanço e a intensificação das obras”, afirmou. “A Arena estará pronta em dezembro e as obras de mobilidade também serão entregues dentro do prazo. A cidade não terá somente a Copa, mas também um grande legado”, afirmou o ministro.
A Arena da Baixada terá 42 mil lugares, ao custo de R$ 234 milhões. Parte da origem de todo esse dinheiro ainda é motivo de imbróglio entre Atlético e poder público estadual e municipal.
A eventual redução no número de cidades-sede foi cogitada pela Fifa após a Copa das Confederações, em junho. A entidade não gostou do atraso das obras – inclusive dos estádios que ficaram prontos para a competição. Assim, havia a possibilidade de exclusão de uma ou duas cidades cujos estádios ainda não estavam concluídos. Das seis, apenas São Paulo e Porto Alegre estavam garantidas. Curitiba era uma das que corria risco de ficar de fora.
Ontem, Valcke sepultou a redução de sedes. “Não há discussão sobre 11 ou 12 cidades. A Copa será jogada em 12 sedes. Ponto final”, declarou o dirigente da Fifa. Especificamente sobre a capital paranaense, ele declarou: “Curitiba ainda tem muito a fazer. Ainda temos alguns meses até dezembro. Pelos menos os três estádios que eu visitei estarão preparados até o dia 1º de janeiro para os eventos testes”, disse Valcke. Um dos estádios visitados foi exatamente a Arena da Baixada, na última segunda-feira. Os outros foram os de São Paulo e Manaus.
Na capital paranaense, a Arena da Baixada receberá quatro jogos da primeira fase da Copa, no ano que vem. Segundo o Atlético, dono da praça, 75% das obras estão concluídas. Para cumprir o prazo de entrega do estádio, em dezembro, o clube desistiu de instalar a cobertura retrátil.
O Ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, defendeu a Arena da Baixada, ontem. “É a quinta visita que faço nas obras e percebo o avanço e a intensificação das obras”, afirmou. “A Arena estará pronta em dezembro e as obras de mobilidade também serão entregues dentro do prazo. A cidade não terá somente a Copa, mas também um grande legado”, afirmou o ministro.
A Arena da Baixada terá 42 mil lugares, ao custo de R$ 234 milhões. Parte da origem de todo esse dinheiro ainda é motivo de imbróglio entre Atlético e poder público estadual e municipal.
Arena é o mais atrasado em obras
Na comparação com os outros cinco estádios ainda em obras para a Copa, a Arena da Baixada é o mais atrasado, com 75% de obras prontas. O Beira-Rio, em Porto Alegre, está 76% concluído. Os outros quatro – Itaquerão, Arena Amazônia, Arena da Dunas e Arena Pantanal – já passaram de 80%.
Detalhe: o estádio do Atlético não começou “do zero”. Mais de metade da estrutura existente foi aproveitada. O Itaquerão, em contrapartida, foi totalmente construído para a Copa. E outros, como o de Manaus, foram 100% demolidos para dar lugar a uma nova arena.
Para se chegar a 100%, a obra na Baixada precisa andar seis pontos porcentuais (PP) por mês. Não é algo inédito nos estádios para o Mundial. Em agosto de 2012, o Mineirão estava apenas 62% pronto. Em quatro meses, preencheu os outros 38% (mais de nove pontos porcentuais por mês) e reabriu em 21 de dezembro.
O primeiro evento-teste na Arena da Baixada está marcado para 26 de janeiro de 2014. A tendência é que o estádio seja reinaugurado em março, na ocasião do aniversário de 90 anos do Atlético.
“A Copa será em 12 sedes. Ponto final” (foto: Valquir Aureliano)
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