Professores da rede pública estadual comemoram decisão judicial que suspende multa diária de R$ 20 mil pela campanha da hora-atividade nas 2,1 mil escolas do Paraná; juiz Roger Vinicius Pires de Camargo Oliveira, da 3.ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, negou pedido de liminar ao governo Beto Richa argumentando que a Lei Nacional do Piso (11.7387/08) deve ser respeitada.
Esta é a segunda derrota judicial que Richa sofre na área educacional, pois, semana passada, a Justiça determinou que o tucano reabrisse salas de aula fechadas no município de Jaguapitã; nesta sexta (7), docentes implantam na marra 1/3 da jornada de trabalho para fazerem as atividades fora de sala de aula; professores também reclamam de calote da dupla Richa e Flávio Arns estimado em R$ 100 milhões relativos a avanços e progressões na carreira do magistério.
Literalmente, o feitiço virou contra o feiticeiro. O juiz Roger Vinicius Pires de Camargo Oliveira, da 3.ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, negou pedido de liminar ao governador Beto Richa (PSDB) proibindo a continuidade da campanha pela hora-atividade dos professores nas 2,1 mil escolas da rede pública do Paraná.
Segundo a APP-Sindicato, o magistrado argumentou que a Lei Nacional do Piso (11.7387/08) deve ser respeitada pelo tucano.
Nesta sexta (7), a categoria realiza o quarto dia de mobilização da campanha “Hora-atividade pra valer”. Os professores paranaenses estão implantando na marra os 33% garantidos por lei.
Esta é a segunda derrota judicial que Richa sofre na área educacional. Na semana passada, a Justiça determinou que o tucano reabrisse salas de aula fechadas no município de Jaguapitã.
Os professores também reclamam de calote da dupla Richa e Flávio Arns estimado em R$ 100 milhões. O valor se refere a avanços e progressões não pagas à categoria.
Fonte: Esmael Morais
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