Momento da confusão nas galerias – Foto: APP Sindicato
Quatro professores ficaram feridos durante a briga e foram encaminhados ao serviço médico da Alep. Uma professora foi levada ao hospital com suspeita de fratura no braço.
A APP informou que acompanhou as vítimas no registro de Boletins de Ocorrência (BO) e que vai acionar a Assembleia Legislativa para que investigue e puna os responsáveis pelas agressões. A entidade também irá recorrer às Comissões Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da própria Alep. Para a entidade, é lamentável que uma eleição já regulamentada, com data marcada, com comissões eleitorais formadas, com milhares de candidatos inscritos, seja cancelada.
“A direção da APP repudia veementemente o golpe ao processo democrático nas escolas públicas do Paraná com a aprovação do projeto de lei que prorroga os mandatos. Inclusive, a entidade impetrará uma ação judicial contra a aplicação da lei, porque ela fere frontalmente o princípio da legalidade da hierarquia das normas fixadas no Artigo 59 da Constituição Federal, que proíbe que uma norma inferior – no caso uma Resolução – obste a aplicação de uma norma superior, no caso, a lei 14.231/2003”, informa o presidente da APP, professor Hermes Silva Leão.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Alep confirmou a confusão. O órgão ressaltou que muitos manifestantes também se excederam após deixarem o plenário, com uso de xingamentos e palavras como “golpistas” e “mercenários”. De acordo com o presidente, Valdir Rossoni, os seguranças agiram de forma correta, acordo com que o momento exigia.
Banda B

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