Mesmo circuito flagra o adolescente andando a caminho da escola
Uma nova imagem de câmeras de segurança mostra o momento em que o carro com Marcelo Eduardo Pesseghini, de 13 anos, suspeito de matar os pais, a avó e a tia-avó, estaciona perto da escola. O vídeo foi gravado por volta das 1h15 da manhã do dia 5 de agosto. Pouco mais de cinco horas depois, o mesmo circuito flagra o adolescente andando a caminho da escola.
Nesta sexta-feira (9), a polícia ouviu mais depoimentos — de professores e parentes. O professor de educação física do menino foi um deles e confirmou que o aluno era canhoto. A informação é do presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil), Arles Gonçalves Júnior, que estava presente durante a oitiva.
Nesta sexta-feira (9), a polícia ouviu mais depoimentos — de professores e parentes. O professor de educação física do menino foi um deles e confirmou que o aluno era canhoto. A informação é do presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil), Arles Gonçalves Júnior, que estava presente durante a oitiva.
A informação é importante porque reforça a tese da polícia de que o jovem era canhoto, o que justificaria a arma usada para matar a família estar na mão esquerda do garoto e o tiro ter sido disparado do lado esquerdo de sua cabeça, o que caracterizaria o suicídio. Familiares haviam contestado a versão da polícia e afirmaram achar que o menino era destro.
Laudo
Fontes da TV Record informaram que pai, mãe, avó e tia-avó estariam dopados. As mesmas fontes informaram ainda que uma análise feita pelo IC (Instituto de Criminalística) no computador que estava na casa das vítimas também indica que, dias antes do crime, alguém pesquisou como dopar pessoas e como conseguir um sono profundo.
A SSP (Secretária de Segurança Pública) divulgou nota negando haver "qualquer laudo preliminar relativo ao caso das mortes do casal de PMs e familiares ocorridas na Vila Brasilândia". A informação foi confirmada pelo IC e o IML (Instituto Médico Legal).
Laudo
Fontes da TV Record informaram que pai, mãe, avó e tia-avó estariam dopados. As mesmas fontes informaram ainda que uma análise feita pelo IC (Instituto de Criminalística) no computador que estava na casa das vítimas também indica que, dias antes do crime, alguém pesquisou como dopar pessoas e como conseguir um sono profundo.
A SSP (Secretária de Segurança Pública) divulgou nota negando haver "qualquer laudo preliminar relativo ao caso das mortes do casal de PMs e familiares ocorridas na Vila Brasilândia". A informação foi confirmada pelo IC e o IML (Instituto Médico Legal).